A influência do trabalho lúdico em crianças portadores de câncer
Autor(es)
Ana Paula Daibert Rizzo, Andressa Sabioni de Paula, Vanessa Quirino Chaves
Orientador
Rosemary das Graças Salvador Gomes
Idioma
Por
País
Brasil
Editor
Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora
Curso
Enfermagem
Sigla da Instituição
FCMS/JF
Tipo de Acesso
1
Assunto
Lúdico, Crianças, Câncer
Resumo
Objetivo:Verificar como o profissional de enfermagem percebe a influência do lúdico no cotidiano da enfermaria pediátrica de um hospital oncológico. Métodos: Foram entrevistados sete profissionais de Enfermagem (enfermeiros, técnicos e auxiliares) de ambos os sexos, em exercício pleno de suas atividades com crianças na enfermaria oncológica do Hospital Maria José Baeta Reis de Juiz de Fora - Associação Feminina de Prevenção e Combate ao Câncer (ASCOMCER), que responderam a um questionário especialmente elaborado contendo duas perguntas relacionadas ao tema proposto. Resultados: Diante das respostas dadas por esses profissionais obtivemos cinco categorias distintas: a) A percepção da equipe de Enfermagem frente ao lúdico, b) O lúdico no cotidiano da criança, c) Receptividade da criança após as brincadeiras, d) Brinquedoteca: quebra da rotina hospitalar, e) Medo X Humor. Conclusão: A análise das categorias nos permitiu concluir que nem todos da equipe de enfermagem têm a mesma percepção do lúdico frente à melhora no prognostico da criança, alguns concordaram que as atividades proporcionam um prazer momentâneo a mesma, ocasionando após a brincadeira um retorno ao estado de tristeza destas, outras demonstraram que o brincar pode ser um recurso adequado para a adaptação da criança hospitalizada, permitindo uma melhora no quadro depressivo e na aceitação da doença.
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