Assistência ao paciente portador de transtorno mental e comportamental em UAPS do município de Juiz de Fora: atuação do enfermeiro


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Título
Assistência ao paciente portador de transtorno mental e comportamental em UAPS do município de Juiz de Fora: atuação do enfermeiro

Autor(es)
Patricia Rodrigues Rocha Guimarães, Rachel Chistine Menezes Pereira

Orientador
Ana Beatriz Querino Souza

Idioma
Por

País
Brasil

Editor
Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora

Curso
Enfermagem

Sigla da Instituição
FCMS/JF

Tipo de Acesso
1

Assunto
Enfermagem, Saúde mental, Atenção primária

Resumo
Introdução: No Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde 3% da população sofrem de transtornos mentais maiores e 9% sofrem de transtornos menores. Devido ao grande número de pessoas portadoras destes transtornos existentes no país e em Juiz de Fora, foi relevante conhecermos como tem ocorrido à assistência de enfermagem oferecida nas Unidades de Atenção Primária a Saúde (UAPS) do município. Objetivo: Conhecer a assistência de enfermagem prestada aos pacientes portadores de transtorno mental ou comportamental na visão dos usuários e do enfermeiro, discutir as ações oferecidas e as dificuldades e facilidades encontradas por este profissional. Método: A pesquisa foi de cunho qualitativo, realizada em três UAPS da região Norte, tendo como participantes sete enfermeiros e quatorze usuários destas unidades, que responderam a entrevistas semi-estruturadas. Discussão: A atuação dos profissionais nas UAPS é feita através da abordagem dos pacientes, após atendimento médico, com preenchimento do impresso para o encaminhamento ao especialista. Trabalhos como grupos terapêuticos são raros e não contínuos. Foi notório também o pouco conhecimento dos enfermeiros para atuar na saúde mental o que foi justificado pela falta de uma abordagem mais enfática da saúde mental nos cursos de graduação, especialização e capacitação dos enfermeiros na atenção primária. Esse pouco conhecimento é refletido na assistência direta aos pacientes, uma vez que os mesmos relataram não ter o profissional enfermeiro como referência nas unidades de saúde e terem pouco conhecimento sobre o transtorno que os acometem. Conclusão: É necessário que os enfermeiros entendam sua real importância na assistência a estes pacientes e busquem um maior conhecimento e atualização na área, visando operacionalizar os princípios da Reforma Psiquiátrica associados aos princípios do SUS.

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