Atuação do fisioterapeuta na trombose venosa profunda no Hospital Maternidade Therezinha de Jesus


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Título
Atuação do fisioterapeuta na trombose venosa profunda no Hospital Maternidade Therezinha de Jesus

Autor(es)
Ana Carolina Notes , Ítalo Monteiro

Orientador
Katy Andrade Monteiro Zacaron

Coorientador
Maria Filomena A. Linhares

Idioma
Por

País
Brasil

Editor
Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora

Curso
Fisioterapia

Sigla da Instituição
FCMS/JF

Tipo de Acesso
1

Assunto
Trombose venosa profunda, Fisioterapia, Deambulação

Resumo
Objetivo: Estudar a atuação do fisioterapeuta na Trombose Venosa Profunda no Hospital Maternidade Therezinha de Jesus. Métodos: Foram analisados os prontuários dos pacientes admitidos com diagnóstico de TVP, dos quais foram coletadas informações sobre a idade; sexo; período de internação, medicações prescritas para TVP; ocorrência ou não de complicações, ocorrência ou não de óbito, presença ou não de atendimento fisioterapêutico. No caso da existência de atendimento fisioterapêutico, foi coletado: (a) o dia de internação que foi implantada esta intervenção e (b) procedimentos realizados pelos fisioterapeutas. Foi realizada análise descritiva das variáveis idade, dia de internação em que se implantou a intervenção fisioterápica e período de internação. Também foi realizada a análise de freqüência das variáveis sexo, medicações para TVP, complicações e óbitos decorrentes da TVP. A associação entre: (a) fisioterapia e tempo de internação e (b) fisioterapia e complicações decorrentes da TVP foi verificada através do testes de Kendall’s tau. Resultados: Nos 41 prontuários investigados, 80,5% pacientes foram submetidos à abordagem do fisioterapeuta. Em ordem decrescente, foram encontrados registros da realização das seguintes condutas: (a) cinesioterapia ativa em MMII; (b) Bomba de panturrilha, (c) Deambulação, (c) Orientações, (d) mobilização articular e (e) cinesioterapia ativa-assistida. Foi constatado ausência de associação entre a realização de fisioterapia e o tempo de internação (t=-0,102; p=0,455). A realização de fisioterapia apresentou uma fraca correlação negativa com a presença de complicações decorrentes da TVP ( t= -0,33; p=0,034). Conclusão: A maioria dos pacientes admitidos no HMTJ com diagnóstico de TVP no período estudado foram contemplados com o atendimento do fisioterapeuta e que a 3 cinesioterapia ativa em MMII, a bomba de panturrilha e a deambulação foram as três condutas mais frequentes. Não houve associação entre a realização de fisioterapia e o tempo de internação e, apenas uma fraca correlação negativa foi verificada entre a realização de fisioterapia e a presença de complicações decorrentes da TVP.

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