Biossegurança em quimioterapia antineoplásica: uma reflexão sobre a conduta da enfermagem


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Título
Biossegurança em quimioterapia antineoplásica: uma reflexão sobre a conduta da enfermagem

Autor(es)
Eliza Gomes Araújo, Ibia Caiafa Soares

Orientador
Érika Bicalho de Almeida

Coorientador
Kely Cristine Batista

Idioma
Por

País
Brasil

Editor
Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora

Curso
Enfermagem

Sigla da Instituição
FCMS/JF

Tipo de Acesso
1

Assunto
Quimioterápicos, Enfermagem, Biossegurança, EPI, EPC

Resumo
Fundamentação: os quimioterápicos antineoplásicos são essenciais no tratamento do câncer e possuem perigos potenciais aos trabalhadores que estão expostos à manipulação e administração dos mesmos (1) . Objetivo: avaliar o conhecimento dos trabalhadores da enfermagem sobre a manipulação e administração dos antineoplásicos, a importância da prática da biossegurança com a utilização correta dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e Equipamento de Proteção Coletiva (EPC). Métodos: a pesquisa foi realizada nos períodos de Agosto a Outubro de forma descritiva com análise quantitativa e qualitativa dos dados, em um Hospital Filantrópico, tendo como público alvo uma enfermeira e três técnicas de enfermagem. A amostra foi constituída por 04 trabalhadores de enfermagem. Resultados: quando questionadas se conheciam os antineoplásicos usados, obtivemos 100% das respostas positivas. 75% relataram uso dos EPI’s na manipulação ou administração. Sobre EPI 50% relataram uso de Máscara; 50% afirmaram uso de Máscara de Carvão Ativado; 75% fazem uso dos Óculos de Proteção; 25% relataram uso de Capote Impermeável de manga longa; 75% afirmaram uso de Capote; 100% fazem uso de Luvas; 50% relataram uso do gorro. Sobre os EPC’s obtivemos respostas variadas. Onde 25% relataram uso do “lixo com material próprio para os quimioterápicos”; 25% capela; 25% kit de derramamento; 25% setor exclusivo para administração dos quimioterápicos; 25% utilizam luva estéril; 50% luvas de procedimento; 50% relataram a máscara como equipamento de proteção coletiva. Quando questionado se fazem exames periodicamente, a resposta foi 100% positivas. Sobre alterações nos seus exames obtivemos 100% de negação. Em relação ao treinamento 100% relataram que recebem treinamento periodicamente. Sobre o descarte dos antineoplásicos, 100% relataram que o mesmo é individualizado. Conclusão: com estes resultados observamos que é fundamental um trabalho sério de educação continuada para alertar os profissionais de enfermagem quanto à importância da utilização do EPI e do EPC.

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