Calcificação da artéria carótida detectada pela tomografia computadorizada de feixe cônico com indicação de implantes em mandíbula em um grupo da zona da mata mineira


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Título
Calcificação da artéria carótida detectada pela tomografia computadorizada de feixe cônico com indicação de implantes em mandíbula em um grupo da zona da mata mineira

Autor(es)
Marcelo Tarcísio Martins

Orientador
Rodrigo Guerra de Oliveira

Primeiro membro da banca
Rodrigo Guerra de Oliveira

Segundo membro da banca
Paulo Sergio dos Santos d'Addazio

Terceiro membro da banca
Andrea Junqueira Côrtes

Idioma
Por

País
Brasil

Editor
Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora

Curso
Implantodontia

Sigla da Instituição
FCMS/JF

Tipo de Acesso
1

Assunto
AVC, Calcificacão da artéria carótida(CAC), Tomografia

Abstract
Most calcifications in soft tissues in the head and neck are incidental radiographic findings . With the increasing use of Beam Computed Tomography (CBCT ) in dentistry , there are an increasing number of these findings, since the examination allows visualization of structures in three dimensions . This examination brings to the dentist access to images that previously were not possible with the use of conventional radiographs , allowing the realization of a more accurate diagnosis . This study established a methodology to identify carotid artery calcifications ( CAC ) which may be a predisposing factor for the occurrence of cerebrovascular accident ( CVA) factor. The sample consists of 145 CT scans of patients of both genders , all ages and bearing indications for performing mandibular implants . Of all individuals , 26.9 % had calcifications on CT scans . In this study , there is a higher rate in the number of CAC between the third and fourth cervical vertebrae . When gender was correlated with the presence of calcifications in the carotid artery , it was found that 38.6 % of men had calcification , while only 20.6 % of women had such a feature . This result was statistically significant by Fisher's Exact Test ( p = 0.018 ) . In terms of age it was found that the population had an average of 58.9 years with a standard deviation of 9.1 years. Holders of calcification were on average 60.3 years of age , with a standard deviation of 10.0 years , as non-carriers had 58.4 years with a standard deviation of 8.8 years; this observed difference of 1.9 years was not statistically significant by Student's t test ( p = 0.266 ) .

Resumo
A maioria das calcificações em tecidos moles na região de cabeça e pescoço são achados radiográficos incidentais. Com o crescente uso da Tomografia Computadorizada de Feixe Cônico (TCFC) na odontologia, há um aumento do número desses achados, pois o exame permite a visualização das estruturas em três dimensões. Tal exame traz ao cirurgião-dentista acesso a imagens que até então não eram possíveis com o uso das radiografias convencionais, permitindo a realização de um diagnóstico mais preciso. Esse estudo estabeleceu uma metodologia para identificar calcificações das artérias carótidas (CAC) que podem ser um fator predisponente para a ocorrência do Acidente Vascular Cerebral (AVC). A amostra estudada é composta de 145 exames tomográficos de pacientes dos dois gêneros, de toda faixa etária e que apresentam indicações para realização de implantes mandibulares. Dos indivíduos estudados, 26,9% apresentaram calcificações nas tomografias. Neste estudo, verifica-se um índice maior no número de CAC entre a terceira e quarta vértebra cervical. Quando se correlacionou o gênero com a presença de calcificações da artéria carótida, identificou-se que 38,6% dos homens apresentavam calcificação, enquanto apenas 20,6% das mulheres tinham tal característica. Este resultado foi estatisticamente significante pela Prova Exata de Fisher (p=0,018). Em relação a idade verificou-se que a população possuía uma média de 58,9 anos, com desvio padrão de 9,1 anos. Os portadores de calcificação tinham em média 60,3 anos de idade, com desvio padrão de 10,0 anos, já os não portadores possuíam 58,4 anos com desvio padrão de 8,8 anos; esta diferença observada de 1,9 anos não foi estatisticamente significante pelo Teste t de Student (p=0,266).

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