Bruna Rafaela dos Santos Leocádio , Lara Pereira Boim, Lucas Cunha Paixão
Orientador
Flávia Almeida Ribeiro Scalioni
Primeiro membro da banca
Maria Inês da Cruz Campos
Segundo membro da banca
Juliana Furtado Macedo Detoni
Idioma
Por
País
Brasil
Editor
Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora
Curso
Odontologia
Sigla da Instituição
FCMS/JF
Tipo de Acesso
1
Assunto
Gravidez, Saúde bucal, Assistência odontológica
Abstract
Objective: To evaluate pregnant women's knowledge about their own and their baby's oral health and to investigate the practices and attitudes of pregnant women regarding the maintenance of their oral health. Method: A cross-sectional observational study that included a sample of 50 women in prenatal care at the Hospital e Maternidade Terezinha de Jesus (HMTJ) in Juiz de Fora. A clinical form with the identification data of the pregnant woman was completed. To evaluate the oral health knowledge of volunteers, a previously structured questionnaire was filled out. The data was organized into a database in the statistical program Microsoft Excel 2010, version for Windows. A descriptive analysis of the data was performed. Results: The majority of respondents (70%) believe their oral health is "very good" or "good" and 88% of them report that oral health influences their general health in some way. Only 17 women (34%) think that pregnancy does not cause problems for their oral health, while others believe that it weakens their teeth or causes the "gums to bleed." When asked if they know how to clean their babies' mouths, the answers were well divided between the "yes" (48%) and the "no" (52%) option, although 94% believed that primary teeth are important for your children. Conclusion: The selfassessment of the oral health of the pregnant women was positive, but in relation to the oral hygiene care of their babies, most of them were never oriented on the subject.
Resumo
Objetivo: Avaliar o conhecimento das gestantes sobre sua própria saúde bucal e a de seu bebê, e investigar as práticas e atitudes das gestantes em relação à manutenção da sua saúde bucal. Método: Estudo observacional transversal que incluiu uma amostra de 50 mulheres em atendimento pré-natal no Hospital e Maternidade Terezinha de Jesus (HMTJ) em Juiz de Fora. Foi preenchida uma ficha clínica com os dados de identificação da gestante. Para avaliar o conhecimento de saúde bucal das voluntárias foi preenchido um questionário previamente estruturado. Os dados foram organizados em um banco de dados no programa estatístico Microsoft Excel 2010, versão para Windows. Foi realizada uma análise descritiva dos dados obtidos. Resultados: A maioria das entrevistadas (70%) acredita que sua saúde bucal está “muito boa” ou “boa” e 88% delas relatam que a saúde bucal influencia de alguma maneira a sua saúde geral. Apenas 17 mulheres (34%) acham que a gravidez não traz problemas para a sua saúde bucal, enquanto as demais acreditam que enfraquece os dentes ou faz a “gengiva sangrar”. Quando questionadas se sabem como fazer a higienização da boca dos seus bebês as respostas foram bem divididas entre as opção “sim” (48%) e “não” (52%), apesar de 94% delas acreditarem que os dentes decíduos são importantes para seus filhos. Conclusão: A autoavaliação da saúde bucal das gestantes foi positiva, porém em relação aos cuidados com a higiene oral dos seus bebês, a maioria delas nunca foi orientada sobre o assunto.
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