Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora
Curso
Medicina Intensiva
Sigla da Instituição
FCMS/JF
Tipo de Acesso
1
Assunto
Corticosteróides, Sepse grave, Mortalidade, Síndrome da disfunção de múltiplos órgãos
Abstract
Introduction: The use of corticosteroid in severe sepsis in adults, based on the pathophysiological aspects has been the subject of several clinical studies in recent years. The most commonly used corticosteroid is Hydrocortisone, which in large doses does not provide corticosteroid alone, but also mineralocorticoid coverage. Objective: The aim of this paper was to compare the various views and improve the quality and safety of the treatment of severe sepsis through a systematic review. Method: the studies were analyzed abalisados of the researchers on the subject from 2009 to 2014. The primary source was the Medline database through access to the PubMed service Bibliographic Research in Medicas Publications. Was inserted as descriptors: ("sepsis" OR "septic shock") AND ("steroids" OR "corticosteroids") and secondary sources were the Consensus and Brazilian Guidelines and International Result: It was long the interest in the role of corticosteroids in the pathogenesis of sepsis and probably one of the most recurring themes as adjuvant therapy. Evaluating several tests it was observed that the use of low-dose corticosteroids and seven-day period provides benefits for reversal of severe sepsis, but the Surviving Sepsis Sepsis Management Guidelines (SSG), 2013 directs the intravenous corticosteroids not They are recommended if adequate fluid resuscitation and vasopressor therapy is able to restore hemodynamic stability. Conclusion: Despite the significant production of knowledge on the treatment of severe sepsis remains an unwieldy entity. Patients with severe sepsis are often treated with exogenous glucocorticoids and in accordance with the new recommendation of the SSC, in 2013, this therapy should be indicated when there is no response to fluid resuscitation and vasopressor and are contraindicated in sepsis in the absence of shock. This form can be considered as adjuvant treatment, making it imperative to know the dose, duration and formulation of the corticosteroid.
Resumo
Introdução: O uso do Corticosteróide na sepse grave em adultos, baseada nos aspectos fisiopatológicos tem sido alvo de vários estudos clínicos nos últimos anos. O corticosteróide mais comumente usado é Hidrocortisona, que em grandes doses não fornece apenas corticosteróide, mas também a cobertura mineralocorticóide. Objetivo: O objetivo deste artigo foi confrontar os diversos pontos de vista e aperfeiçoar a qualidade e a segurança do tratamento da sepse grave por meio de uma revisão sistematizada. Método: Foram analisados os estudos dos mais abalisados pesquisadores no assunto no período de 2009 a 2014. A fonte primária foi a base de dados Medline por meio do acesso ao serviço PubMed de Pesquisas Bibliográficas em Publicações Medicas. Inseriu-se como descritores: (“sepsis” OR “septic shock”) AND (“steroids” OR “corticosteroids”) e as fontes secundárias foram os Consensos e Diretrizes Brasileiras e Internacionais Resultado: É antigo o interesse pelo papel dos corticosteróides na fisiopatogenia da sepse e, provavelmente, um dos temas mais recorrentes como terapia adjuvante. Avaliando diversos ensaios observa-se que o uso de corticosteroide em baixas dosagens e por período de sete dias fornece benefícios para a reversão da sepse grave, porém as Diretrizes Surviving Sepsis para gestão de sepse (SSG), 2013, orienta que os Corticosteroides intravenosos não são recomendados se a reanimação adequada com fluidos e terapia vasopressora for capaz de restaurar a estabilidade hemodinâmica. Conclusão: Apesar da expressiva produção de conhecimento sobre o tratamento da sepse grave ainda permanece uma entidade de difícil manejo. Os pacientes com sepse grave são frequentemente tratados com glicocorticoides exógenos e de acordo com a nova recomendação da SSC, 2013, esta terapia deve ser indicada quando não há resposta a fluidoterapia e vasopressor e são contraindicados na sepse na ausência de choque. Desta forma pode ser considerado como tratamento adjuvante, tornando imperativo conhecer a dose, duração e formulação do corticosteroide.
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