Impacto de um protocolo fisioterapêutico em pacientes com incontinência urinária


Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.suprema.edu.br/d/66e19fca9c5dd

Visualizar Arquivo
 

 
Título
Impacto de um protocolo fisioterapêutico em pacientes com incontinência urinária

Autor(es)
Fernanda Feliciano Dias Rossete, Rafaela Moraes Tavares, Tatiana Stephan Pereira

Orientador
André Gustavo Fernandes de Oliveira

Coorientador
Filomena A. Linhares Barão Loia

Idioma
Por

País
Brasil

Editor
Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora

Curso
Fisioterapia

Sigla da Instituição
FCMS/JF

Tipo de Acesso
1

Assunto
Incontinência urinária, Protocolo de tratamento, Cinesioterapia

Resumo
Introdução: Incontinência urinária é qualquer perda involuntária de urina, sendo a forma mais prevalente a incontinência urinária de esforço. É considerada um problema de saúde pública, por acarretar uma série de problemas de natureza médica, social, psicológica e econômica, o que interfere na qualidade de vida das incontinentes. O aumento da prevalência relaciona-se com o avançar da idade, sobrepeso, hereditariedade, gestação, partos vaginais, tabagismo, neuropatias e menopausa. Na prática clínica, pouco se evidencia a utilização de procedimentos fisioterapêuticos com validade científica para o tratamento da incontinência urinária, e um dos motivos é a pequena quantidade de trabalhos que disponibilizam técnicas de tratamento de fácil utilização por profissionais não especializados. Objetivo: Verificar a eficácia de um protocolo fisioterapêutico para o tratamento de pacientes com incontinência urinária. Métodos: Trata-se de um ensaio clínico controlado randomizado e cego, no qual se incluem um total de 16 mulheres submetidas a dois questionários validados, a uma avaliação física e a um protocolo de tratamento proposto por Baracho, as quais foram reavaliadas ao término da pesquisa. Resultados: Em relação à escala de sintomas urinários observou-se uma diminuição das médias de escores em seis dos sete domínios avaliados, porém sem diferença estatística significante quando comparados grupo controle e experimental, com exceção do domínio “Limitações de AVDs”. Quanto à avaliação com o perineômetro pneumático, o grupo controle apresentou diminuição de força muscular aparente de 7,69%, e o grupo experimental proporcionou ganho de força muscular perineal aparente de 21,85%, apesar das diferenças observadas entre as médias dos grupos não serem estatisticamente significante. Conclusão: O presente estudo evidenciou a eficácia do impacto do protocolo, repercutindo em uma melhora importante no domínio “Limitações de AVDs” e na qualidade de vida das participantes, apesar de não proporcionar diferença estatisticamente significante na avaliação muscular com o perineômetro pneumático.

1 downloads desse documento

Sociedade Universitária para o Ensino Médico Assistencial LTDA - SUPREMA
repositorio@suprema.edu.br
(32) 2101-5041
Todos os Direitos Reservados 2026