Impacto do transporte intra-hospitalar no paciente adulto crítico internado em unidade de terapia intensiva: uma revisão sistemática


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Título
Impacto do transporte intra-hospitalar no paciente adulto crítico internado em unidade de terapia intensiva: uma revisão sistemática

Autor(es)
Jéssica da Silva Teixeira Rodrigues, Mariana Ferreira Lomeu

Orientador
Plínio dos Santos Ramos

Idioma
Por

País
Brasil

Editor
Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora

Curso
Fisioterapia Hospitalar

Sigla da Instituição
FCMS/JF

Tipo de Acesso
1

Assunto
Transporte intra-hospitalar, Eventos adversos, Unidade de terapia intensiva, Adultos

Resumo
Introdução. O transporte intra-hospitalar é realizado para transferências temporárias, para realização de exames de imagem, por exemplo, ou para permanência a longo prazo, como o deslocamento para uma unidade de terapia intensiva. É considerado uma extensão dos cuidados médicos, porém, envolve o aumento de eventos adversos e está associado a várias complicações. Objetivos. Verificar, por meio de uma revisão sistemática, os eventos adversos que acometem pacientes adultos críticos, internados em UTI, durante o transporte intra-hospitalar. Métodos. Foram analisados estudos publicados originalmente em inglês nas bases de dados MedLine, SciELO e PEDro. Os descritores utilizados na pesquisa foram intra-hospital transport e adverse events. Para análise foram selecionados estudos que verificaram os eventos adversos fisiológicos e não fisiológicos que acometem pacientes adultos críticos, internados em UTI, durante o TIH. A sistematização PRISMA foi usada para melhorar o relato desta revisão. Resultados. Foram incluídos no escopo desta revisão 17 estudos que envolveram um total de 3.620 participantes. Alterações da PIC foram apresentadas em pacientes neurologicamente lesionados internados na UTI. Adultos com câncer em estado crítico são propensos a maiores EAs durante o transporte, como a PCR. Pacientes críticos internados em UTI com outra condição clínica tiveram como maior incidência fisiológica a dessaturação. Além disso, ocorreram também eventos não fisiológicos associados a falha da equipe, de equipamentos e na comunicação, atrasos, tanto da equipe quanto na realização do exame, e ventilação interrompida por mais de 1 minuto. Ainda foi descrito a ocorrência de PAV como fator significativo após o TIH. Conclusão. Esta presente revisão mostrou que o impacto do TIH leva à diferentes tipos de EAs de acordo com a condição clínica do paciente, sendo necessário avaliar a necessidade ou não do TIH, além de um preparo pré-transporte, uma equipe bem treinada e experiente, monitorização adequada e conhecimento sobre possíveis EAs que podem ocorrer.

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