Influência dos estímulos externos no equilíbrio e marcha de pacientes com doença de Parkinson


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Título
Influência dos estímulos externos no equilíbrio e marcha de pacientes com doença de Parkinson

Autor(es)
Natália Bernardes Friaça, Priscilla de Andrade Defelippe

Orientador
Geane Pinto de Oliveira Delgado

Coorientador
Ludmila Costa Toni de Oliveira

Idioma
Por

País
Brasil

Editor
Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora

Curso
Fisioterapia

Sigla da Instituição
FCMS/JF

Tipo de Acesso
1

Assunto
Doença de Parkinson, Estímulos externas, Equilíbrio

Resumo
A doença de Parkinson (DP) é definida como uma enfermidade crônica de caráter progressivo que acomete de forma lenta e silenciosa o sistema nervoso central, apresentando como sintomas mais comuns presença de movimentos tremulantes involuntários, diminuição da força muscular, tendência a flexão de tronco e adoção da marcha festinada. Objetivo: verificar os efeitos do tratamento fisioterapêutico associado às pistas externas na melhora da qualidade de vida de portadores de DP em relação ao equilíbrio e a marcha. Métodos: Seis pacientes classificados nos estágios de 1 a 3 nas escalas de Hoehn e Yahr, com idade de 63 ± 10 (variando de 50 a 78 anos) participaram do programa duas vezes por semana durante 6 semanas. A avaliação clinico funcional foi realizada por meio da escala estimativa modificada da Doença de Parkinson (UPDRS) que avaliou atividade mental; comportamento e humor; atividade de vida diária (AVD); atividades motoras. A escala de equilíbrio de Berg (BERG) foi utilizada para a avaliação do equilíbrio estático e dinâmico, composta por 14 itens pontuados de 0 a 4, por fim o paciente foi submetido a uma avaliação funcional da marcha. A sessão iniciou com exercício de relaxamento, alongamento, exercícios com descarga de peso para minimizar o tremor, fortalecimento muscular e por fim treino de marcha e equilíbrio com uso de pistas externas. Resultado: Foram observadas diferenças significativas no Berg e na avaliação da marcha, ambos com p<0,01. Não havendo diferença significativa na UPDRS p=0,12. Conclusão: O uso dos estímulos externos visuais, sensoriais e auditivos associados ao tratamento fisioterapêutico são recursos eficazes na reabilitação do equilíbrio e marcha de portadores de DP.

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