Noradrenalina associada a vasopressina vs noradrenalina isolada no choque séptico: uma revisão sistemática
Autor(es)
Andrea Assante Honorato, Flávia Peixoto Bittencourt
Idioma
Por
País
Brasil
Editor
Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora
Curso
Medicina Intensiva
Sigla da Instituição
FCMS/JF
Tipo de Acesso
1
Assunto
Choque séptico, Vasopressina, Análogos de Vasopressina, Noradrenalina
Resumo
O?Objetivo. Determinar por meio de uma revisão sistematizada o efeito da Vasopressina ou seu análogos associada com Noradrenalina comparada com a ação isolada da Noradrenalina no Choque Séptico. Método. Foram analisados os estudos publicados originalmente na língua inglesa, entre janeiro de 2006 a outubro de 2016, tendo como referência as bases de dados MEDLINE (National Library of Medicine) e a Biblioteca Cochrane. Foram considerados apenas os ensaios clínicos controlados e randomizados (ECCR) com floow-up iqual ou superior a 7 dias para efeito de resultados. Os desfechos selecionados foram: mortalidade total, taxa de disfunção orgânica, alterações metabólicas, alterações hemodinâmicas, bem como redução da necessidade de Noradrenalina para manter Pressão arterial média de 65 mmhg. Resultados. Fizeram parte do escopo desta revisão 12 ECCR e 1 revisão sistemática meta-analise, que preencheram os critérios de seleção. Os estudos analisados envolveram 2274 pacientes com idade variando entre 49 e 63 anos, sendo 86% do gênero masculino e 21 ovelhas em estudo experimental. A maioria dos ECCR apresentou resultados favoráveis ao uso de Vasopressina e seus análogos quando comparada ao uso isolado de Noradrenalina, já que demonstrou eficácia na ressuscitação do Choque séptico, poucos eventos adversos foram descritos com o seu uso, redução de pacientes com necessidade de terapia renal substitutiva(TRS) e melhora do clearance de lactato, podendo sugerir melhora da perfusão tecidual. Conclusão. Esta revisão confirma que a Vasopressina é uma droga segura para uso clínico na abordagem terapêutica do Choque Séptico, com boa eficácia na ressuscitação do choque e sem eventos adversos sérios, com redução da necessidade de TRS e sinais de melhora na perfusão tecidual.
1 downloads desse documento
Sociedade Universitária para o Ensino Médico Assistencial LTDA - SUPREMA repositorio@suprema.edu.br (32) 2101-5041
Todos os Direitos Reservados 2026