Objetivo: reconhecer o manejo da Cetoacidose Diabética em adolescentes e adultos com diabetes tipo 1, bem como o impacto na vida social para a população geral de pacientes de diferentes subgrupos (idade, sexo, região geográfica, etnia e administração de insulina). Método: Foram analisados os mais relevantes estudos publicados, entre os anos de 2014 a 2016, tendo como referência as bases de dados UpToDate Customer Service; MEDLINE (via PubMed) e Embase (1 Janeiro de 2000 a 23 de junho de 2016). A estratégia de busca utilizou as seguintes combinações de palavras-chave: cetoacidose diabética, complicações do diabetes, diabetes mellitus. Para identificar os delineamentos dos estudos, foi empregado a revisão sistemática da literatura (SLR). Resultados: As limitações referentes à prática rotineira dos cuidados, e as novas condições de vida do portador de diabetes mellitus, reflete no desfecho, comprometendo o manejo adequado, fazendo com que as taxas de mortalidade sejam ainda elevadas. Conclusão: O reconhecimento do manejo da cetoacidose diabética facilita o diagnóstico e tratamento desta emergência endocrinológica, e pode diminuir as complicações, melhorando o desfecho clínico do paciente, bem como a aceitação às novas condições dos portadores de diabetes mellitus.
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