Prevalência de incontinência urinária em mulheres e o impacto na qualidade de vida


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Título
Prevalência de incontinência urinária em mulheres e o impacto na qualidade de vida

Autor(es)
Gilselaine Carvalho Landim, Layane Carrero Amaral

Orientador
Nathália de Souza Abreu Freire

Coorientador
Liliana Fajardo Oliveira

Primeiro membro da banca
Lidyanne Ilidia da Silva

Segundo membro da banca
Thiago Casali Rocha

Idioma
Por

País
Brasil

Editor
Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora

Curso
Fisioterapia

Sigla da Instituição
FCMS/JF

Tipo de Acesso
1

Assunto
Incontinência urinária, Saúde da mulher, Qualidade de vida

Abstract
Introduction: Urinary incontinence is more common in women due to anatomical reasons, as well as births and pregnancies that weaken the perineal muscles, negatively influencing quality of life. Objective: To identify the prevalence of UI among women in an academic setting and, among incontinent women, to assess the impact of incontinence on quality of life.Methods: For data collection, an online questionnaire was made available to volunteers via Google Forms, prepared by the study leaders, to be answered anonymously, which consisted of 36 questions and divided into 4 parts, the first part being an objective question , whether or not there was urinary loss and the last whether the woman had children, how many and the age of the children, being mandatory for all volunteers, the second and third part consisted of the Incontinence Severity Index questionnaires used to assess the frequency and volume. losses and King's Health to assess their quality of life and were answered only by volunteers who answered YES to the first question. Results: 63 women were interviewed and the prevalence of UI was 23 (36.5%). Regarding the interference of UI in their lives, 11 (47.8%) reported interference in their personal lives and in relation to the result of the ISI questionnaire. , there were mild incontinence in 18 (78.2%) patients and moderate incontinence in 5 (21.7%), among the incontinents 5 had children, 3 had 1 child and 2, 2 children. Conclusion: The results of the present study showed a frequency of UI among the students, teachers and collaborators, being consistent with the international literature, although the case series is relatively small. The literature shows a higher prevalence of UI in multiparous women due to various anatomical aspects and hormonal changes, so in our study we found a higher prevalence in nulliparous women, possibly explaining the extent to which these women are inserted in society.

Resumo
Introdução: A incontinência urinária é mais comum em mulheres devido as razões anatômicas, assim como partos e gestações que enfraquecem a musculatura perineal, influenciando negativamente na qualidade de vida. Objetivo: Identificar a prevalência de IU entre mulheres inseridas em um ambiente acadêmico e, entre as incontinentes, avaliar o impacto da incontinência na qualidade de vida. Métodos: Para coleta de dados foi estruturado um questionário online disponibilizado às voluntárias via Google Forms, elaborado pelas responsáveis do estudo, para ser respondido de forma anônima, que foi composto por 36 perguntas e dividido em 4 partes, sendo a primeira parte uma pergunta objetiva, se havia ou não perda urinária e a última se a mulher havia filhos, quantos e idade dos filhos, sendo obrigatório para todas as voluntárias, a segunda e terceira parte era composto pelos questionários usados o Incontinence Severity Index para avaliar a frequência e o volume das perdas e o King’s Health para avaliar a qualidade de vida dessas mulheres e foram respondidos apenas pelas voluntárias que responderam SIM a primeira pergunta. Resultados: Foram entrevistadas 63 mulheres e a prevalência de IU foi de 23 (36,5%), quanto à interferência da IU em suas vidas, 11 (47,8%) relataram interferência na vida pessoal e em relação ao resultado do questionário ISI, verificou-se incontinência leve em 18 (78,2%) pacientes e moderada em 5 (21,7%), entre as incontinêntes 5 haviam filhos, sendo que 3 haviam 1 filho e 2, 2 filhos. Conclusão: Os resultados do presente estudo mostraram uma frequência de IU entre as estudantes, docentes e colaboradoras, sendo consistentes com a literatura internacional, ainda que a casuística seja relativamente pequena. A literatura trás prevalência maior de IU em mulheres multíparas pelos vários aspectos anatômicos e alterações hormonais, portanto em nosso referido estudo foi encontrado uma maior prevalência em mulheres nulíparas, tendo uma possível explicação pelo âmbito onde essas mulheres estão inseridas na sociedade.

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