Prevalência de sintomas de ansiedade e depressão em pacientes com disfunção temporomandibular


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Título
Prevalência de sintomas de ansiedade e depressão em pacientes com disfunção temporomandibular

Autor(es)
Marciléia Cristiane Menezes Ribeiro , Sâmela Lage de Rezende Silva

Orientador
Luciano Ambrósio Ferreira

Primeiro membro da banca
Cleide Gisele Ribeiro

Segundo membro da banca
Mabel Freitas Lopes

Idioma
Por

País
Brasil

Editor
Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora

Curso
Odontologia

Sigla da Instituição
FCMS/JF

Tipo de Acesso
1

Assunto
Disfunção temporomandibular, Ansiedade, Depressão, Transtornos da articulação temporomandibular

Abstract
Introduction: Temporomandibular Dysfunction (TMD) has been identified as the major cause of non-dental pain in the orofacial region, its etiology is multifactorial, oral parafunctions, trauma and psychosocial factors are known etiological or contributory factors. The muscular hyperactivity developed from this emotional state influences so that when an emotional component is associated with a physical factor, release of stresses by the stomatognathic apparatus, leading to the symptomatology of pain and dysfunction, and this symptomatology associated with anatomical characteristics in imbalance can influence the development of behavioral habits that negatively affect emotional health. Objectives: The study aimed to evaluate the prevalence and intensity of anxiety and depression symptoms in patients with temporomandibular dysfunction and their correlation. Methodology: Based on the Beck anxiety and depression scales (BAI and BDI), the BDI and BAI questionnaires were applied in 32 patients diagnosed with TMD (muscular and articular), under treatment in a school clinic of the TMD discipline in a institution of higher education. The data were statistically evaluated by SPSS-15 software and the significance level adopted was p <0.05. Results: A positive and significant correlation was obtained (r = 0.552, p = 0.001) between the BDI and BAI scales. The most prevalent depressive symptom was not getting as much satisfaction with the things that used to do (62%) and the most prevalent anxiety symptom was abdominal indigestion or discomfort (73%). Conclusion: Emotional factors can maintain or exacerbate painful symptomatology, acting as a causative or intensifying factor. Due to the interrelationship between anxiety and depression found in the study, one should address physical and emotional symptoms in the search for the integrative model, which includes psychosocial approaches for the treatment of painful conditions.

Resumo
Introdução: A Disfunção Temporomandibular (DTM) tem sido identificada como a maior causa de dor não dental na região orofacial, sua etiologia é multifatorial, as parafunções orais, o trauma e fatores psicossociais são fatores etiológicos ou contributivos conhecidos. A hiperatividade muscular desenvolvida a partir desse estado emocional influência de forma que quando um componente emocional está associado a um fator físico, ocorre liberação das tensões pelo aparelho estomatognático, levando a sintomatologia de dor e disfunção, e essa sintomatologia associada a características anatômicas em desequilíbrio pode influenciar o desenvolvimento de hábitos comportamentais que afetam negativamente a saúde emocional. Objetivos: O estudo teve como objetivo avaliar a prevalência e intensidade dos sintomas de ansiedade e depressão em pacientes com Disfunção Temporomandibular e sua correlação. Metodologia: com base nas escalas de ansiedade e depressão de Beck (BAI e BDI), foram aplicados os questionários BDI e BAI em 32 pacientes, diagnosticados com DTM (muscular e articular), sob tratamento em uma clínica escola da disciplina de DTM em uma instituição privada de ensino superior. Os dados foram avaliados estatisticamente pelo software SPSS-15 e o nível de significância adotado foi p<0,05. Resultados: Obteve-se uma correlação positiva e significante (r=0,552, p=0,001) entre as escalas BDI e BAI. O sintoma depressivo mais prevalente foi não obtenção de tanta satisfação com as coisas que costumava fazer (62%) e o sintoma de ansiedade mais prevalente foi indigestão ou desconforto abdominal (73%). Conclusão: Fatores emocionais podem manter ou exacerbar a sintomatologia dolorosa, atuando como um fator causador ou intensificador. Devido a inter-relação entre ansiedade e depressão encontrada no estudo, deve-se abordar os sintomas físicos e emocionais na busca do modelo integrativo, o qual inclui abordagens psicossociais para o tratamento de condições dolorosas.

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