Prevalência de streptococcus agalactiae em gestantes: uma revisão sistemática
Autor(es)
Geovane Silva e Silva, Eloísa Fernandes dos Reis, Elaine Aparecida Ferreira de Paula Carvalho
Orientador
Soraida Sozzi Miguel
Primeiro membro da banca
Patrícia Guedes Garcia
Segundo membro da banca
Juliana Brovini Leite
Terceiro membro da banca
Ana Paula Ferreira
Idioma
Por
País
Brasil
Editor
Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora
Curso
Análises Clínicas e Toxicológicas
Sigla da Instituição
FCMS/JF
Tipo de Acesso
1
Assunto
Prevalência, Streptococcus agalactiae, Gestantes
Abstract
The intend of this systematic revision was to determine the tax of predominance of colonization by “Streptococcus agalactiae” bacterium in pregnant women. They were analyzed the most relevant researches, published originally in English and Portuguese, between 2005’s and 2015’s in “MEDLINE (National Library of Medicine). Took part of this revision 31 researches directly related with the prevailed of the EGB in pregnant women. The majority of these studies to introduce rates superiorities to 10% for the prevalence of EGB in pregnant women, in several countries, rates considered high to literature. Brazil was the country that showed more tax of prevalence all over the world (27,6%). The studies showed even the researches about prevalence of EGB centralize in developing countries. The results of this investigation weren’t conclusive due to many limitations observed in studies. This revision confirms the premise that it needs to realize more all-encompassing studies to know more specifically the rates of prevalence of EGB in Brazil and all over the world. In conclusion, become necessary the adoption of politics aimed for reduction of rate of prevalence of EGB in pregnant women and newborn child aiming, that way, to reduce also the social and economic costs.
Resumo
O objetivo desta revisão sistemática foi determinar a taxa de prevalência de colonização pela bactéria Streptococcus agalactiae em gestantes. Foram analisados os mais relevantes estudos, publicados originalmente em inglês e português, entre os anos de 2005 e 2015 na MEDLINE (National Library of Medicine). Fizeram parte desta revisão 31 estudos diretamente relacionados com a prevalência de EGB em gestantes. A maioria dos estudos apresentou índices superiores a 10% para a prevalência de EGB em gestantes, em diversos países, índices considerados altos para a literatura. O Brasil foi o país que mais apresentou pesquisas sobre o gênero e também foi o país que apresentou maior taxa de prevalência em todo o mundo (27,6%). Os estudos revelaram ainda que as pesquisas sobre prevalência de EGB se concentram em países considerados em desenvolvimento econômico. Os resultados desta pesquisa não foram conclusivos devido a várias limitações observadas nos estudos. Esta revisão confirma a premissa de que precisa realizar estudos mais abrangentes para que se conheçam mais concretamente os índices de prevalência de EGB tanto no Brasil quanto no mundo. Em suma, torna-se necessária a adoção de políticas voltadas para redução de taxa de prevalência de EGB em gestantes e neonatos visando assim reduzir também os custos sociais e econômicos.
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