Prevalência de streptococcus do grupo B em gestantes no Brasil: uma revisão sistemática


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Título
Prevalência de streptococcus do grupo B em gestantes no Brasil: uma revisão sistemática

Autor(es)
Bruna Esteves, Giselle Firmino Alvares Costa, Rafaela Ferreira da Silva

Orientador
Soraida Sozzi Miguel

Idioma
Por

País
Brasil

Editor
Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora

Curso
Análises Clínicas e Toxicológicas

Sigla da Instituição
FCMS/JF

Tipo de Acesso
1

Assunto
Streptococcus agalactiae, Gestantes, Prevalência

Abstract
Introduction. Streptococcus agalactiae is a gram-positive coccus bacterial colonizer in the female microbiota, when for some reason vaginal dysbiosis occurs, especially in the gestation period, which may compromise its evolution, including severe neonatal complications and even death of the newborn. This is one of the main causes of global neonatal mortality. Goals. To verify through a systematic review the prevalence of GBS in pregnant women in Brazil. Methods. The present study is a review of clinical trials conducted in the Brazilian states published in the period 2006 to 2013, with pregnant women with gestational age over 20 weeks attended in the Unified Health System, in which vaginal and rectal samples were collected in consultations gynecological, being cultivated in selective media with the purpose of the identification of the microbiological agent Streptococcus agalactiae. Results. Through the sample set of these studies, Brazilian pregnant women over 20 years old, of different ethnicities and without previous history of abortion, showed a higher prevalence of GBS. Having a domain of 20% for collection of sites combined, being particularly correlated with neonatal infections, low birth weight and prematurity of these newborns. Conclusion. In view of the observed results, which suggest that there are failures in prenatal screening, negatively impacted in the context of neonatal health in Brazil.

Resumo
Introdução. O Streptococcus agalactiae é uma bactéria coco gram-positiva, colonizador na microbiota feminina, quando por algum motivo ocorre disbiose vaginal, principalmente no período de gestação podendo comprometer a sua evolução, incluindo severas complicações neonatais e até mesmo o óbito do recém-nato. Sendo este um dos principais causadores da mortalidade neonatal mundial. Objetivos. Verificar por meio de uma revisão sistemática a prevalência do EGB em gestantes no Brasil. Métodos. O presente trabalho trata-se de uma revisão de ensaios clínicos realizados nos estados brasileiros publicados no período de 2006 a 2013, com gestantes com idade gestacional superior a 20 semanas atendidas no Sistema Único de Saúde, no qual foram coletadas amostras vaginais e retais em consultas ginecológicas, sendo cultivadas em meios seletivos com intuito da identificação do agente microbiológico Streptococcus agalactiae. Resultados. Mediante o conjunto amostral destes estudos, as gestantes brasileiras com idade superior a 20 anos, de diversas etnias e sem histórico prévio de abortamento, demonstraram maior prevalência de EGB. Tendo um domínio de 20% para coleta de sítios combinados, estando correlacionados particularmente com infecções neonatais, baixo peso e prematuridade destes recém-natos. Conclusão. Diante dos resultados observados os quais sugerem que existem falhas no rastreamento pré-natal, acarretado negativamente no contexto da saúde neonatal no Brasil.

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