Prevalência e predisposição de quedas em idosos


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Título
Prevalência e predisposição de quedas em idosos

Autor(es)
Larissa Silva Caetano, Raíra Andrade Couto, Thuany de Paula Tavares

Orientador
Plínio do Santos Ramos

Primeiro membro da banca
Ana Paula Ferreira

Segundo membro da banca
Bruno Rabite Dornelas

Idioma
Por

País
Brasil

Editor
Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora

Curso
Fisioterapia

Sigla da Instituição
FCMS/JF

Tipo de Acesso
1

Assunto
Prevalência, Idosos, Quedas

Resumo
A crescente expectativa de vida no mundo, a melhoria das condições de saúde e a redução da taxa de fecundidade, acarretam o Fundamentação: crescimento da população idosa. Estima-se que a prevalência de queixas de equilibrio na população acima dos 65 anos chegue a 85% Objetivo: Estimar a prevalencia de quedas e o risco de uma nova queda, em Dobos residentes na cidade de Juiz de Fora atendidos no Hospital Maternidade Terezinha de Jesus (HMTJ). Métodos: Foram avaliados 50 individuos, com idade superior a 65 anos e que frequentaram o HMTJ nos dias da coleta. Os individuos foram realizaram o Dynamic Gait Index (DGI). Divididos em dois grupos, uma que teve queda no timo ano (GQ) e o que não teve queda no último ano (GSQ) Resultados: O score total do DGI alcançou a média de 19,9 pontos, o escore do grupo GQ foi de 19,32 pontos e o score do grupo GSQ de 20,48 pontos (19,3±2,64 vs 20,5 ±2,31; p= 0,128), o grupo que já sofreu queda, não apresenta chance de uma nova queda. Conclusão: A prevalência de quedas foi de 50%. A prevalência de quedas no sexo masculino se assemelha ao encontrada na literatura nacional e a prevalência de quedas foi maior no sexo feminino.

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