Revestimento de epitélio colunar no esôfago distal simulando Barrett: relato de caso


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Título
Revestimento de epitélio colunar no esôfago distal simulando Barrett: relato de caso

Autor(es)
Moacir Lourenco Carlos Junior

Orientador
Klaus Ruback Bertges

Primeiro membro da banca
Klaus Ruback Bertges

Segundo membro da banca
Djalma Rabelo Ricardo

Terceiro membro da banca
Luiz Carlos Bertges

Idioma
Por

País
Brasil

Editor
Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora

Curso
Endoscopia Digestiva

Sigla da Instituição
FCMS/JF

Tipo de Acesso
1

Assunto
Barrett's esophagus, Dysplasia, Diagnosis

Abstract
One of the complications of long-lasting reflux disease is the substitution of scaly epithelium of the distal esophagus by a columnar epithelium with intestinal metaplasia, called Barrett's esophagus. The importance of this condition is due to the possibility of the evolution to dysplasia and esophageal adenocarcinoma. Not all glandular lining of the distal esophagus, however, can be regarded as Barrett's esophagus. If in the histopathology the intestinal metaplasia is not identified, diagnosis should only be of columnar epithelial lining of the distal esophagus, without being characterized as Barrett's esophagus. We present the case of a 33 year old patient with typical aspect of columnar lining in the distal esophagus in which the histopathology of two endoscopic examinations showed no intestinal metaplasia. We call attention to the care of not stigmatizing the patient unnecessarily, with a diagnosis with the possibility of progression to malignancy.

Resumo
Diversos estudos têm demonstrado que a VMNI pode evitar a intubação, diminuir a frequência de complicações relacionadas à ventilação mecânica, reduzindo, ainda, o tempo de permanência nas unidades de terapia intensiva para os pacientes com insuficiência respiratória. O presente estudo analisou a ventilação mecânica invasiva e não-invasiva em centros de tratamento intensivo. Concluiu-se que as técnicas ventilatórias têm suas indicações bem definidas e uma modalidade terapêutica não substitui a outra. Sendo assim, cabe aos profissionais responsáveis pelos cuidados respiratórios intensivos escolher a técnica mais adequada a cada situação, de acordo com o diagnóstico apresentado e a gravidade do caso. Acredita-se que a melhor forma de proteger o paciente mais crítico seja levá-lo à ventilação mecânica invasiva, assim como se deve considerar que o uso da ventilação mecânica não-invasiva é um método eficaz, principalmente, na contribuição para o sucesso da extubação daqueles enfermos em situação mais grave.

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