Telereabilitação em pacientes cardiopatas: revisão sistemática


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Título
Telereabilitação em pacientes cardiopatas: revisão sistemática

Autor(es)
Carina Braga Pessoa, Carla de Morais Eduardo, Pedro Nicolato Alves

Idioma
Por

País
Brasil

Editor
Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora

Curso
Fisioterapia Pneumofuncional

Sigla da Instituição
FCMS/JF

Tipo de Acesso
1

Assunto
Telehealth, Ehealth, Telerehabilitation, Health mobile, Telemedicine e heart, Cardiac disease, Cardiac, Acute myocardial infarction

Resumo
Introdução: A telereabilitação é definida como uma alternativa no processo de reabilitação, sendo realizada a distancia, através de meios tecnológicos não convencionais, como telefones, internet e videoconferência, podendo oferecer margem para a manutenção de relacionamentos terapêuticos, e uma maior responsabilidade ao paciente sobre o tratamento, Evidências apontam que este programa de reabilitação reduz casos de internações hospitalares melhora na qualidade de vida de pacientes com insuficiência cardíaca (IC) , e redução na taxa de mortalidade.Objetivo:Revisar a literatura disponível sobre a eficácia do programa de telereabilitação no processo de reabilitação cardíaca. Métodos: Foram incluídos em nossa análise os mais relevantes estudos publicados originalmente na base de dados MEDLINE até Junho de 2017, e excluídos os trabalhos que não apresentavam nenhum protocolo de exercícios, que era somente avaliação do controle sobre uso de medicação ou sinais e sintomas, e também os estudos que não incluíam pacientes cardiopatas Resultados: Dos seis trabalhos analisados, todos utilizaram protocolos de treinamento de reabilitação convencional compostos de exercícios aeróbicos, comparando com grupo controle em que foi realizada reabilitação convencional.Conclusão: Esta revisão confirma os benefícios de programas de telereabilitação cardíaca, impactando na aderência dos pacientes ao tratamento, na melhora da qualidade de vida , um melhor custo-benefício. Além disso, parece que esta forma de reabilitação é segura e viável, porém mais estudos com intervenção são necessários para averiguar os efeitos do tratamento.

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