Terapias farmacológicas existentes e potenciais para esteato-hepatite não alcoólica: uma revisão sistemática
Autor(es)
Renata Paiva Machado, Thiago Tostes P. Moreira Pinto, Armando Marques de Oliveira
Orientador
Klaus Ruback Bertges
Idioma
Por
País
Brasil
Editor
Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora
Curso
Gastroenterologia
Sigla da Instituição
FCMS/JF
Tipo de Acesso
1
Assunto
Quais as terapias farmacológicas existentes, Potenciais para tartar a NASH e seu desfecho
Abstract
Introduction: Treatment options for non-alcoholic steatohepatitis (NASH) are necessary. Objective: This study aims to analyze existing and potential pharmacological therapies for non-alcoholic steatohepatitis (NASH). Methods: The most relevant studies originally published in the English language during the period from 2013 to 2018 were analyzed, with reference to the MEDLINE (National Library of Medicine and National Institutes of Health) databases. Aiming to select the studies with the highest scientific evidence, only randomized controlled trials (RCTs), identified by previous reviews, that have been updated and revised, were considered, in addition to systematic reviews with or without meta-analysis. Results: After reading the titles of articles found and exclusion by abstracts, 10 articles were selected involving the treatment theme for NASH. The therapies found were: symbiotic supplementation, n3 polyunsaturated fatty acids (PUFAs); Ezetimibe; docosahexaenoic acid; 6- ethylchenodeoxycholic acid; and Thiazolidinediones - TZD. Conclusion: only the symbiotic and 6-ethylchenodeoxycholic acid derived from bile acid (obeticolic acid) were able to attenuate the inflammatory markers in the body and improve the histological characteristics of non-alcoholic steatohepatitis. Ethyl eicosapentaenoic acid (EPA-E), ezetimibe, n-3 polyunsaturated fatty acids (PUFAs), eicosapentaenoic acid, docosahexaenoic acid and thiazolidinediones (TZD) had no significant effect on histological characteristics and were not able to significantly reduce the hepatic fat in NASH.
Resumo
Introdução: Opções de tratamento para a esteato-hepatite não-alcoólica (NASH) são necessárias. Objetivo: o presente estudo objetiva analisar as terapias farmacológicas existentes e potenciais para a esteato-hepatite não alcóolica (NASH). Métodos: Foram analisados os mais relevantes estudos publicados originalmente na língua inglesa, durante o período de 2013 a 2018, tendo como referência as bases de dados MEDLINE (National Library of Medicine e National Institutes of Health). Objetivando selecionar os estudos de maior evidência científica, foram contemplados apenas os ensaios clínicos controlados e randomizados (ECCR), identificados por revisões anteriores, e que tiveram seu escopo atualizado e revisado, além das revisões sistemáticas com ou sem meta-análise. Resultados: Após leitura dos títulos dos artigos encontrados e exclusão pelos resumos, foram selecionados 10 artigos envolvendo a temática tratamento para a NASH. As terapias encontradas foram: suplementação com simbiótico, ácidos graxos poliinsaturados n-3 (PUFAs); Ezetimiba; ácido docosahexaenóico; ácido 6etilchenodesoxicólico; e Tiazolidinedionas – TZD. Conclusão: apenas os simbióticos e ácido 6-etilchenodesoxicólico derivado do ácido biliar (ácido obeticólico) foram capazes de atenuar os marcadores inflamatórios no corpo e melhorar as características histológicas da esteato-hepatite não alcoólica. O ácido etil-eicosapentanóico (EPA-E), a ezetimiba, os ácidos graxos poliinsaturados n3 (PUFAs), ácido eicosapentaenoico, ácido docosahexaenóico e tiazolidinedionas (TZD) não tiveram efeito significativo sobre as características histológicas e não foram capazes de reduzir significativamente a gordura hepática na NASH.
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