Reconstrução óssea de maxila atrófica utilizando enxerto de ramo mandibular: uma revisão sistemática


Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.suprema.edu.br/d/66acd1c1e8899

Visualizar Arquivo
 

 
Título
Reconstrução óssea de maxila atrófica utilizando enxerto de ramo mandibular: uma revisão sistemática

Autor(es)
Marcileia Cristiane Menezes Ribeiro

Primeiro membro da banca
Rodrigo Guerra de Oliveira

Segundo membro da banca
Leonardo Santos Picinini

Idioma
Por

País
Brasil

Editor
Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora

Curso
Implantodontia

Sigla da Instituição
FCMS/JF

Tipo de Acesso
1

Assunto
Enxerto ósseo, Enxerto autógeno, Aumento ósseo

Abstract
Objective: to evaluate the applicability of the technique of autogenous bone graft in the maxilla, using the mandibular ramus region as a donor area, as well as to review the main characteristics related to the surgical technique and associated complications. Methods: The most relevant studies originally published in English were analyzed, between 2008 and 2021, with reference to the MEDLINE (National Library of Medicine) and PUBMED databases. The search strategy used the following key word combinations ("bone graft" OR “bone augmentation”) AND (“autogenous graft” OR “mandibular branch”). The inclusion and exclusion criteria were applied freely and independently by two experienced reviewers and experts on the subject. Results: Autogenous bone graft can be of two types ; particulate and en bloc. The autogenous graft has many advantages, such as: lack of immune response, lesser degree of inflammation and infection, compared to other bone substitutes. Results: the autogenous en bloc graft is still the gold standard for volumetric reconstruction of atrophic maxillary alveoli, with the purpose of installing dental implants.

Resumo
Objetivo: avaliar a aplicabalidade da técnica de enxerto ósseo autógeno na maxila, utilizando como área doadora a região de ramo mandibular, bem como, revisar as principias características relacionadas à técnica cirúrgica e às complicações associadas. Métodos: Foram analisados os mais relevantes estudos publicados originalmente na língua inglesa, entre 2008 a 2021, tendo referência a base de dados MEDLINE (National Library of Medicine) e PUBMED, estratégia de busca utilizou as seguintes combinações de palavras chave (“ oné graft” OR “ oné augmentation”) AND (“autogenous graft” OR “mandibular branch”). Os critérios de inclusão e exclusão foram aplicados livre e independentemente por dois revisores experientes e estudiosos da temática. Resultados: O enxerto ósseo autógeno pode ser de dois tipos; particulado e em bloco. O enxerto autógeno tem muitas vantagens, como: ausência de resposta imunológica, menor grau de inflamação e infecção, em comparação com outros substitutos ósseos. Resultados: o enxerto autógeno, em bloco ainda é o padrão-ouro para a reconstrução volumétrica de alvéolos maxilares atróficos, com a finalidade de instalação de implantes dentários.

downloads desse documento

Sociedade Universitária para o Ensino Médico Assistencial LTDA - SUPREMA
repositorio@suprema.edu.br
(32) 2101-5041
Todos os Direitos Reservados 2026