Dexmedetomidina versus fentanil como adjuvante na raquianestesia: uma revisão sistemática


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Título
Dexmedetomidina versus fentanil como adjuvante na raquianestesia: uma revisão sistemática

Autor(es)
Sarah de Paula Iennaco de Rezende

Orientador
Daniele Barros Cazarim de Oliveira

Idioma
Por

País
Brasil

Editor
Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora

Curso
Anestesiologia

Sigla da Instituição
FCMS/JF

Tipo de Acesso
1

Assunto
Dexmedetomidina, Fentanil, Adjuvante, Raquianestesia, Analgesia

Abstract
Objective: To determine, through a systematic review, the advantages of using dexmedetomidine as an adjuvant in subarachnoid blockade, using a comparison with the use of fentanyl. Methods: Studies published in the last 5 years were analyzed, using MEDLINE, SCIELO and PubMed as reference, considering only randomized controlled clinical trials (ECCR) using the keywords “Dexmedetomidine”, “fentanyl” and “intrathecal”. The studies should analyze the use of fentanyl and dexmedetomidine only via the spinal route and assess their potential for analgesia, motor block and side effects (shivering, hypotension, bradycardia, nausea and vomiting). Results: They met the selection criteria and were part of the scope of this review 4 ECCR. These studies involved a total of 508 patients ranging in age from 3 to 65 years. Most patients in whom dexmedetomidine was used as an adjunct to spinal anesthesia had the benefit of faster motor blockade onset, longer-lasting analgesia with less need for postoperative analgesics without, however, showing significant changes in relation to side effects. Conclusions: This review highlights the benefits of using dexmedetomidine safely in the subarachnoid route, corroborating the results of other review studies

Resumo
Objetivo: Determinar por meio de uma revisão sistematizada quais as vantagens do uso da dexmedetomidina como adjuvante no bloqueio subaracnóide utilizando, para isso, uma comparação com uso do fentanil. Método: Foram analisados os estudos publicados nos últimos 5 anos, tendo como referência as bases MEDLINE, SCIELO e PubMed considerando apenas ensaios clínicos controlados randomizados (ECCR) através das palavras-chave “Dexmedetomidine”, “fentanyl” e “intrathecal”. Os estudos deveriam analisar o uso do fentanil e da dexmedetomidina apenas pela via subaracnóide e avaliar seu potencial de analgesia, bloqueio motor e efeitos colaterais (shivering, hipotensão, bradicardia, náuseas e vômitos). Resultados: Preencheram os critérios de seleção e fizeram parte do escopo desta revisão 4 ECCR. Esses estudos envolveram um total de 508 pacientes com idade variando de 3 a 65 anos. A maioria dos pacientes em que foram usados a dexmedetomidina como adjuvante da raquianestesia obteve o benefício da instalação do bloqueio motor mais rápido, uma analgesia mais duradoura com menor necessidade de analgésicos no pós-operatório sem, no entanto, apresentarem alterações significativas em relação aos efeitos colaterais. Conclusão: Esta revisão evidencia os benefícios do uso da dexmedetomidina na via subaracnóide de forma segura, corroborando com resultados de outros estudos de revisão.

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