Vantagens e desvantagens dos tratamentos disponíveis para a esofagite eosinofilica: uma revisão sistemática


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Título
Vantagens e desvantagens dos tratamentos disponíveis para a esofagite eosinofilica: uma revisão sistemática

Autor(es)
Tamara Alves Evangelista

Orientador
Fernando Monteiro Aarestrup

Idioma
Por

País
Brasil

Editor
Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora

Curso
Alergia e Imunologia Clínica

Sigla da Instituição
FCMS/JF

Tipo de Acesso
1

Assunto
Esofagite eosinofilica, Tratamentos, Vantagens

Abstract
Objective. Analyze, advantages and disadvantages of the treatments available for eosinophilic esophagitis (EE) Method. This was a systematic review study. The search for articles was carried out in the LILACS databases; MEDLINE / PUBMED and SciELO, with primary researches selected, experience reports published in the period 2010 to 2020, in Portuguese and English and that portrayed the treatments for EE. Animal research, case study and review research were excluded. 10 articles were analyzed. Results. It was possible to see more advantages in the use of the test-driven elimination diet than the other treatments observed, such as: those who used a restrictive diet and those who tested the restrictive diet plus measurement. The treatment of EE with topical corticosteroids brought an advantage related to the ingestion of multiple food triggers and improves the quality of life of these patients, however, they brought as a disadvantage the topical and / or systemic adverse effects and can have a high financial cost in the long run. Studies that addressed only food restriction therapies as treatment are less costly in the long run, but require a multiprofessional approach, which includes the nutritionist and an allergist, but have the disadvantage of reducing the quality of life of some children with EE, often require extensive allergy testing and multiple endoscopies. Conclusion. When choosing any of the available approaches for the treatment of EE, it is necessary to take into account its advantages and disadvantages, as well as to discuss with the patient or family, to consider factors that may influence adherence to treatment (for example, age, resources financial difficulties, feeding difficulties, psychological impact on dietary restrictions.

Resumo
Objetivo. Analisar, vantagens e desvantagens dos tratamentos disponíveis para a Esofagite eosinofilica (EE). Método. Tratou-se de uma pesquisa de revisão sistemática. A busca por artigos foi realizada nas bases de dados do LILACS; MEDLINE/PUBMED e do SciELO, sendo selecionadas pesquisas primárias, relatos de experiência publicados no período 2010 a 2020, em língua portuguesa e inglesa e que retrataram os tratamentos para a EE. Foram excluídos as pesquisas realizadas em animais, estudo de caso e as pesquisas de revisão. Foram analisadas 10 artigos. Resultados. Foi possível constatar mais vantagens na utilização da dieta de eliminação orientada por testes do que os demais tratamentos observados, tais como: aqueles que utilizavam dieta restritiva e os que testaram a dieta restritiva mais medição. O tratamento da EE com corticosteroides tópicos trouxe vantagem relacionada a ingestão de múltiplos gatilhos alimentares e melhora a qualidade de vida desses pacientes, porém trouxeram como desvantagem os efeitos adversos tópicos e / ou sistêmicos e pode elevado custo financeiro a longo prazo. Os estudos que abordaram como tratamento apenas as terapias de restrição alimentar são menos onerosas a longo prazo, mas exigem uma abordagem multiprofissional, que esteja incluída o nutricionista e um alergista, porém apresentam como desvantagem a diminuição da qualidade de vida de algumas crianças com EE, frequentemente requerem testes extensivos de alergia e múltiplas endoscopias. Conclusão. Na escolha de qualquer uma das abordagens disponíveis para o tratamento da EE é necessário levar em consideração suas vantagens e desvantagens, assim como discutir com o paciente ou a família, para considerar fatores que possam influenciar a adesão ao tratamento (por exemplo, idade, recursos financeiros, dificuldades de alimentação, impacto psicológico nas restrições alimentares.

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