Reabsorção cervical invasiva: diagnóstico e tratamento


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Título
Reabsorção cervical invasiva: diagnóstico e tratamento

Autor(es)
Raquel Furlani

Orientador
Michelle Bellei

Idioma
Por

País
Brasil

Editor
Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora

Curso
Endodontia

Sigla da Instituição
FCMS/JF

Tipo de Acesso
1

Assunto
Reabsorção cervical invasiva, Diagnóstico, Tratamento

Abstract
Objective: Review, based on scientific literature, about the most efficient methods of diagnosis and treatment of invasive cervical resorption (ICR). Methods: It was done a bibliographic research of scientific articles found on Pubmed database from 2013. Results: In the early stages, the ICR is an occasional radiographic finding. Periapical radiography may be used, but conebeam computed tomography (CBCT) is more accurate to assess lesion depth and proximity to the pulp. The extent of the injury defines the treatment. The larger the lesion, the greater the chance of tooth extraction (Class IV). When the tooth can still be saved, endodontic treatment is indicated in cases of pulp involvement or imminent risk of communication with the root canal (Class III and some Class II cases). Otherwise, only lesion removal and restoration are performed. Conclusion: CBCT should be adopted when periapical radiography is not able to provide sufficient information to establish the diagnosis, since treatment is defined according to the location, extent and depth of the lesion.

Resumo
Objetivo: Revisar, com base na literatura científica, acerca dos métodos mais eficientes de diagnóstico e tratamento da ICR. Métodos: Realizou-se uma pesquisa bibliográfica de artigos científicos buscados no banco de dados do Pubmed a partir de 2013. Resultados: Nos estágios iniciais, a ICR compreende um achado radiográfico ocasional. A radiografia periapical pode ser utilizada, porém a tomografia computadorizada de feixe cônico é mais precisa para avaliar a profundidade da lesão e proximidade com a polpa. A extensão da lesão define o tratamento. Quanto maior a lesão, maior é a chance de exodontia (Classe IV). Quando o dente ainda pode ser salvo, o tratamento endodôntico é indicado nos casos de acometimento da polpa ou de risco iminente de comunicação com o canal radicular (Classe III e alguns casos de Classe II). Do contrário, somente a remoção da lesão e restauração são realizadas. Conclusão: a TCFC deve ser adotada quando a radiografia periapical não for capaz de fornecer informações suficientes para o estabelecimento do diagnóstico, pois o tratamento é definido conforme a localidade, a extensão e a profundidade da lesão.

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