Introduction: The early loss of the dental element and the consequent bone remodeling bring an enormous challenge to dental surgeons in rehabilitation with the use of dental implants. In this context, short implants have increasingly been a viable and safe choice in situations of low bone availability. Health decision making based on scientific evidence is a key factor in any treatment. Objectives: This study aims to review publications pointing out the scientific knowledge already produced on the use of short implants in clinical situations with little remaining bone structure, comparing success / failure rates with long implants associated with bone grafting procedure. Methods: Research of controlled and randomized clinical trials (ECCR’s) in Medline database. A comparison of the performance of short atrophic rim implants with long augmented rim implants guided the development of this study. A meta-analysis on marginal bone loss and also on implant loss was performed. Results: The meta-analysis evaluated marginal bone loss by comparing results of short and long implants, there was no significant difference between the two groups evaluated. (I2 = 88%, P <0.01; MD 0.15, 95% CI: -0.02; 0.33). In the meta-analysis for implant loss, there was also no statistically significant difference between the groups (I2 = 0%, P = 0.98; RR 1.96, 95% CI: 0.88; 4.40). Conclusion: Short dental implants appear to be an effective and safe choice in the rehabilitation of atrophic bone edges. The set of data obtained shows that there is no statistical difference in marginal bone loss or implants between the two groups, but the use of a short implant brings benefits in relation to less morbidity, shorter treatment time and lower costs.
Resumo
Introdução. A perda precoce do elemento dentário e conseqüente remodelação óssea trazem enorme desafio aos cirurgiões dentistas na reabilitação com uso de implante dentário. Neste contexto os implantes curtos têm sido cada vez mais uma escolha viável e segura em situações de pouca disponibilidade óssea. A tomada de decisão em saúde baseada em evidencia científica é fator primordial em qualquer tratamento. Objetivos. Este estudo tem por objetivo revisar publicações apontando o conhecimento científico já produzido sobre a utilização de implantes curtos em situações clínicas de pouca estrutura óssea remanescente, comparando as taxas de sucesso/insucesso com implantes longos associados a procedimento de enxertia óssea. Métodos. Pesquisa dos ensaios clínicos controlados e randomizados (ECCR’s) em base de dados do Medline. Uma comparação do desempenho de implantes curtos em rebordo atrófico com implantes longos em rebordo aumentado orientou o desenvolvimento deste estudo. Uma metanálise sobre a perda óssea marginal e também sobre a perda de implantes foi realizada. Resultados. A metanálise avaliou a perda óssea marginal comparando resultados de implantes curtos e longos, não houve diferença significativa entre os dois grupos avaliados. (I2=88%, P<0,01; MD 0,15, IC 95%: -0,02; 0,33). Na metanálise para perda do implante também não houve diferença estatisticamente significativa entre os grupos (I2=0%, P=0,98; RR 1,96, IC 95%: 0,88; 4,40). Conclusão. Implantes dentários curtos parece ser uma escolha eficaz e segura na reabilitação de rebordos ósseos atróficos. O conjunto dos dados obtidos demonstra não haver diferença estatística na perda óssea marginal ou dos implantes entre os dois grupos, porém a utilização de implante curto traz benefícios em relação à menor morbidade, menor tempo de tratamento e custos menores.
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