Avaliação da dor no neonato: o papel do enfermeiro


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Título
Avaliação da dor no neonato: o papel do enfermeiro

Autor(es)
Euler dos Santos Vodonós, Laís Cruz Pereira, Luciane Perillo dos Santos

Orientador
Érika Bicalho de Almeida Brugguer

Primeiro membro da banca
Margareth Alves Bastos e Castro

Segundo membro da banca
Marizeli Silva Poggianella

Idioma
Por

País
Brasil

Editor
Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora

Curso
Enfermagem

Sigla da Instituição
FCMS/JF

Tipo de Acesso
1

Assunto
Avaliação, Dor, Unidade de terapia intensiva, Neonato

Abstract
The pain was conceptualized in 1986 by the International Association for the Study of Pain (IASP) as an unpleasant sensory and emotional experience associated with actual or potential injury. This concept ignores the pain and discomfort of patients who do not have verbal conditions to expose what they feel, for example, newborn (NB). Objectives: To analyze the strategies used by nurses in the identification, qualification and decrease in pain experienced by infants in the Neonatal Intensive Care Unit (NICU). It is a descriptive qualitative study, field, whose instrument was a questionnaire for nurses working in the NICU of the Hospital School of Juiz de Fora where the answers were analyzed and organized into three thematic categories. Discussion: When the profile of the respondents identified that the majority are female and all have expertise in neonatal intensive care. The first category deals with the interpretation of pain in infants, the reports show us that the use of pain scale is present, but without the use of protocols and systematic reviews. The second category titled: How do you rate the pain, we identified the following forms: a survey of pain as a 5th vital sign assessment performed during the newborn, and through behavioral observation scales that rate the levels of pain. The latter describes the steps taken to minimize pain and the administration of glucose orally, preparing the environment through mechanisms of containment and warmth and installation protocol slightest touch. As final considerations, such reflection on the importance of the nurse's actions to minimize the pain of infants leads us to believe that scientific knowledge should be introduced to the daily lives of professionals who are directly involved in the care, promoting a differential.

Resumo
A dor foi conceituada em 1986 pela Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP), como uma experiência sensorial e emocional desagradável, associada a lesões reais ou potenciais. Esse conceito desconsidera a dor e o desconforto de pacientes que ainda não possuem condições verbais de expor o que sentem, como por exemplo, recém nascido (RN). Objetivos: analisar as estratégias utilizadas pelos enfermeiros na identificação, qualificação e diminuição da dor sentida pelo RN na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN). Trata-se de um estudo qualitativo descritivo, de campo, cujo instrumento utilizado foi um questionário aplicado aos enfermeiros que trabalham na UTIN do Hospital escola de Juiz de Fora onde as respostas foram analisadas e organizadas em três categorias temáticas. Discussão: Ao traçar o perfil dos entrevistados identificamos que a maioria é do sexo feminino e todos possuem especialização em terapia intensiva neonatal. A primeira categoria que trata da Interpretação da Dor no RN, os relatos nos mostram que o uso da escala de dor esta presente, porém sem o emprego de protocolos e avaliações sistematizadas. A segunda categoria intitulada: Como qualifica a dor, foram identificadas as seguintes formas: a pesquisa da dor como 5° sinal vital realizado durante a avaliação do RN, observação comportamental e através das escalas que classificam os níveis de dor. A ultima descreve as ações realizadas para minimizar a dor como a administração de glicose via oral, preparo do ambiente através de mecanismos de contenção e aconchego e instalação do protocolo de mínimo toque. Como considerações finais, tal reflexão sobre a importância das ações do enfermeiro para minimizar a dor do RN nos leva a acreditar que o conhecimento científico deve ser introduzido ao cotidiano dos profissionais que estão diretamente envolvidos à assistência, promovendo um diferencial.

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