Relação entre hábitos parafuncionais e padrão de aleitamento
Autor(es)
Jaqueline Aparecida Leite Faria
Orientador
Josemar Parreira Guimarães
Primeiro membro da banca
Maria Inês da Cruz Campos
Segundo membro da banca
Antônio Márcio Lima Ferraz Júnior
Idioma
Por
País
Brasil
Editor
Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora
Curso
Odontologia
Sigla da Instituição
FCMS/JF
Tipo de Acesso
1
Assunto
Hábitos parafuncionais, Padrão de aleitamento, Crianças
Abstract
The parafunctional habits in children installed soon after birth, are seen by the authors as impeding the right time for breastfeeding, which may lead to early weaning. The objectives of this study, through a literature review, seek scientific evidence to prove or refute the assertion that the parafunctional habits are related to breastfeeding and that installing them may be involved in insufficient time for breastfeeding. The survey of literature pertaining to this matter was held from the query the databases Medlaine, Lilacs and Scielo. Although several studies showing the harmful effects of deleterious habits on breastfeeding, and that these have a higher prevalence in children who were breastfed for six months in the womb, it is noted that the data are conflicting. Showing the importance of more studies that relate these factors.
Resumo
Os hábitos parafuncionais instalados em crianças, logo após o nascimento, são vistos pelos autores, de forma a prejudicar o tempo correto de amamentação natural, podendo levar ao desmame precoce. Os objetivos do presente estudo foram, por meio de uma revisão de literatura, buscar evidências científicas que comprovem ou refutem a afirmação de que os hábitos parafuncionais apresentam relação sobre a amamentação natural e que a instalação deles pode estar envolvida no tempo insuficiente de aleitamento natural. A pesquisa da literatura pertinente ao tema foi realizada a partir da consulta as bases de dados Medlaine, LIlacs e Scielo. Embora vários estudos demonstrem os efeitos prejudiciais dos hábitos parafuncionais sobre a amamentação natural, e que esses apresentam maior prevalência em crianças que não foram amamentadas durante os seis meses no seio materno, observa-se que os dados encontrados são conflitantes. Mostrando a importância de mais estudos que relacionem estes fatores.
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