Atuação do enfermeiro na parada e reanimação cardiopulmonar


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Título
Atuação do enfermeiro na parada e reanimação cardiopulmonar

Autor(es)
Alessandra Alvim da Silveira Moraes, Clariane Oliveira Pereira, Natália Nogueira da Silva

Orientador
Érika Bicalho de Almeida

Coorientador
Mariângela Aparecida Gonçalves Figueiredo

Idioma
Por

País
Brasil

Editor
Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora

Curso
Enfermagem

Sigla da Instituição
FCMS/JF

Tipo de Acesso
1

Assunto
Parada cardiopulmonar, Enfermagem em emergência, Reanimação cardiopulmonar

Resumo
Trata-se de um artigo original sobre a Atuação do Enfermeiro Na Parada e Reanimação Cardiopulmonar destacando a necessidade da enfermagem na capacitação e aperfeiçoamento, assegurando um treinamento prático da equipe com bases científicas eficiente para atuar na RCP(reanimação cardiopulmonar). OBJETIVOS: O objetivo geral da presente pesquisa é avaliar o conhecimento do enfermeiro na PCP(parada cardiopulmonar) e sua atuação na RCP. Os objetivos específicos são: descrever o papel do enfermeiro durante a PCP na execução das manobras de RCP; analisar o nível de conhecimento do enfermeiro na realização das manobras RCP; levantar os fatores que contribuem e que dificultam a atuação do enfermeiro na execução das manobras de RCP; propor ações de melhoria da assistência de enfermagem mediante os resultados obtidos. MÉTODOS: Trata-se de um estudo exploratório descritivo, de campo, com abordagem qualitativa, cujo roteiro utilizado foi entrevista com enfermeiros caracterizando a atuação dos mesmos no atendimento à parada cardiopulmonar, fazendo uso das manobras de reanimação cardiopulmonar em um Pronto atendimento público da cidade de Juiz de Fora. RESULTADOS: A atuação do Enfermeiro na PCP é baseada mais na prática do dia a dia somados ao conhecimento científico, sendo que este profissional sente a necessidade de capacitação teórica. De um modo geral os profissionais que atuam no setor de emergência se sentem seguros para estarem atuando na RCP, mesmo sem treinamento periódico. Observamos a prevalência do gerenciamento e da liderança durante a RCP, pois é função do enfermeiro coordenar a equipe de enfermagem e gerenciar a assistência prestada ao paciente. CONCLUSÃO: A educação permanente se faz necessária nos serviços de urgência a fim de consolidar a qualidade da assistência do enfermeiro na RCP.

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