Prevalência de quedas de idosos residentes em uma instituição de longa permanência


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Título
Prevalência de quedas de idosos residentes em uma instituição de longa permanência

Autor(es)
Fabrício Honório Zemel

Orientador
Maria Filomena Antunes Linhares Barão Loia

Idioma
Por

País
Brasil

Editor
Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora

Curso
Fisioterapia

Sigla da Instituição
FCMS/JF

Tipo de Acesso
1

Assunto
Quedas, Idosos, Prevalência

Resumo
Objetivos: Verificar a prevalência de quedas nos idosos institucionalizados e caracterizá-los quanto à faixa etária e sexo. Além disso, catalogar as consequências das quedas nestes idosos, bem como as morbidades presentes nos mesmos. Métodos: Trata-se de um estudo descritivo transversal retrospectivo, cuja as informações foram obtidas através da análise dos prontuários e de livro de ocorrência da instituição e abrangeu o ocorrido no decorrer do segundo semestre de 2007 e primeiro de 2008. Foirealizada uma análise descritiva das variáveis idade e número de quedas, e a análise de freqüência das variáveis sexo, ocorrência, conseqüências e morbidades relacionadas à queda. Além disso, realizou-se o teste t-Student para comparar a idade entre os grupos. Resultados: No período estudado, 16 idosos caíram. A idade média dos idosos que sofreram quedas foi 76,6 ± 7,4 anos, e não diferiu significantemente (p=0,67) dos idosos que não caíram. A prevalência de queda foi maior nas mulheres. As comorbidades relacionadas à queda presentes nos idosos que caíram foram vertigens, presente em três idosos, deficiência visual e auditiva e acidente vascular encefálico todos presentes em dois idosos; Parkinson e hipotensão arterial, ambos presentes em um idoso. Dentre as conseqüências encontradas na amostra estudada, a mais prevalente foi escoriações, seguidas de traumatismo crânio encefálico ou fratura de fêmur. Conclusão: Pode-se concluir que a prevalência de quedas entre idosos asilados é alta, com predomínio deste acidente entre as mulheres. As comorbidades relacionadas à queda presentes nos idosos que caíram foram vertigens, deficiência visual e auditiva, AVE; Parkinson e hipotensão arterial. As conseqüências das quedas, foram escoriações, TCE e fratura de fêmur.

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