A incontinência urinária é um problema comum, que pode afetar mulheres de todas as idades. Constitui sintomas com implicações físicas, sociais e psicológicas, levando ao desconforto e perda da autoconfiança, além de interferir negativamente na qualidade de vida. A fisioterapia tem um papel fundamental tanto na prevenção como tratamento, através de técnicas que incluem cinesioterapia, cones vaginais, eletroestimulação, biofeedback e terapia comportamental. Este estudo de revisão da literatura tem o objetivo de melhor compreender questões anatomofisiológicas relativo às disfunções do assoalho pélvico que desencadeiam a incontinência urinária, e reforçar a importância da utilização de métodos fisioterapêuticos levando em consideração a aderência da paciente, motivação e compreensão da terapia, podemos interferir no resultado final do tratamento.
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