Uso dos ansiolíticos como pré-medicação em tratamentos odontopediátricos: revisão de literatura


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Título
Uso dos ansiolíticos como pré-medicação em tratamentos odontopediátricos: revisão de literatura

Autor(es)
Débora Teixeira Silva

Orientador
Flávia Almeida Ribeiro Scalioni

Primeiro membro da banca
Flávia Almeida Ribeiro Scalioni

Segundo membro da banca
Maria Inês da Cruz Campos

Terceiro membro da banca
Camila Faria Carrada

Idioma
Por

País
Brasil

Editor
Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora

Curso
Odontopediatria

Sigla da Instituição
FCMS/JF

Tipo de Acesso
1

Assunto
Ansiolíticos, Pré-medicação

Resumo
Introdução: A maneira de lidar com comportamento infantil é o que mais diferencia a odontopediatria das demais especialidades odontológicas. O gerenciamento do comportamento envolve principalmente a abordagem psicológica, no entanto as técnicas de controle de comportamento infantil por si só, muitas vezes não são suficientes no caso de crianças não colaboradoras. Dessa forma, fármacos e agentes sedativos são considerados como opção. Dentre eles os benzodiazepínicos (diazepam e o midazolam), têm sido largamente utilizados. Objetivo: Analisar por meio de uma revisão de literatura, os ansiolíticos mais utilizados para controle de comportamento em tratamentos odontopediátricos. Métodos: Foram analisados os mais relevantes estudos publicados em português e inglês, dos últimos 15 anos, tendo como referência as bases de dados MEDLINE e SciELO. Os critérios de inclusão e exclusão foram aplicados levando em conta os principais desfechos clínicos. Resultados: Dentre os 10 estudos avaliados, todos estudaram crianças com comportamento negativo e que apenas com a modelagem comportamental não foi possível à realização do tratamento. A idade mínima foi de 2 anos e a máxima de 10 anos. As crianças foram divididas entre pacientes do grupo experimental e pacientes do grupo controle. Dentre os artigos avaliados, 6 fizeram a utilização da droga Midazolam, 2 utilizaram a droga Diazepam e 2 estudos usaram ambas as drogas. Dos 10 estudos, 8 demonstram a eficácia dos medicamentos para controle de crianças não colaboradoras e 2 relataram não haver diferença significativa com o uso ou não da droga anterior ao tratamento. Conclusão: Os benzodiazepínicos (diazepam e midazolam) são eficazes no controle de comportamento infantil em pacientes não colaboradores onde somente as técnicas de modelagem comportamental não foram suficientes.

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