Eficácia da imunoterapia no tratamento da candidíase vulvovaginal recorrente: uma revisão sistemática
Autor(es)
Priscilla Pessoa Parente Magalhães
Idioma
Por
País
Brasil
Editor
Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora
Curso
Alergia e Imunologia Clínica
Sigla da Instituição
FCMS/JF
Tipo de Acesso
1
Assunto
C. Albicans, Candidíase, Vulvovaginite, Imunoterapia
Resumo
Introdução: As infecções por candidíase vulvovaginal (CVV) são estimadas pelo menos uma vez durante a vida em 75% da população feminina em idade fértil. Desta população, cerca de 3 a 5% apresentam candidíase vulvovaginal recorrente (CVVR), um distúrbio resultante da hipersensibilidade ou transtorno de imunodeficiência. Sua patogênese ainda não está bem estabelecida, mas existem fortes evidências que a relacionam com a produção de anticorpos IgE específicos contra Cândida, imunodeficiência localizada de linfócitos T e anticorpos contra componentes da parede celular da Cândida. Objetivos: Analisar a eficácia da imunoterapia na candidíase vulvovaginal recorrente. Métodos: Realizou-se uma revisão sistemática, utilizando periódicos nas bases de dados PubMed (National Library of Medicine). Foram analisadas publicações em língua inglesa, sem delineamento de tempo, considerando os ensaios clínicos controlados e randomizados, metanálises e artigos de revisão. Resultados: Foram revisados estudos que se dedicaram ao tratamento da CVVR com imunoterapia. Conclusão: os estudos da literatura sugerem que a imunoterapia específica pode ser uma importante ferramenta terapêutica profilática na CVVR (candidíase vulvovaginal recorrente).
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