Impacto da VNI no sucesso da extubação em UTI neonatal
Autor(es)
Melissa Fortes Alvim, Felipe Almeida de Souza, Ana Paula Ferreira
Orientador
Plínio dos Santos Ramos
Idioma
Por
País
Brasil
Editor
Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora
Curso
Fisioterapia Pneumofuncional
Sigla da Instituição
FCMS/JF
Tipo de Acesso
1
Assunto
Ventilação não invasiva, Extubação, Unidades de terapia intensiva, Neonatal
Abstract
Introduction: Invasive mechanical ventilation (IMV) has a great contribution to the survival of preterm newborns, but there are risks and complications inherent to its use. Noninvasive ventilation (NIV) has been shown to reduce weaning time, ventilation complications, and reintubation rate. Objective: to verify the relation of the use of noninvasive ventilation in premature newborns with the success of extubation. Methods: This is a descriptive, retrospective, cross-sectional study with the medical records of a neonatal uterus before and after extubation of the newborns. The data were obtained through the records of the physiotherapy service. Patients with congenital malformation who had no programmed extubation were excluded from the study. Results: A total of 19 premature newborns were investigated, the majority with diagnosis of RDS (73.60%), the main support after weaning was the nCpap presenting only one failure (5.25%) in 72 hours after extubation. An average VMI use time of only 64.7 ± 61.8 hrs was obtained. Conclusion: Non-invasive ventilatory support post-extubation may have contributed to low extubation failure rates, as well as reduced IMV time.
Resumo
Introdução: A ventilação mecânica invasiva (VMI) tem grande contribuição para sobrevida de recém-nascidos (RN’s) prematuros, porém existem riscos e complicações inerentes ao seu uso. A ventilação não invasiva (VNI) tem demonstrado eficiência reduzindo o tempo de desmame, complicações associadas à ventilação, e índice de reintubação. Objetivo: verificar a relação do uso de ventilação não invasiva em RN’s prematuros com o sucesso da extubação. Métodos: Trata-se de um estudo descritivo, retrospectivo, transversal, com análise de prontuários de uma uti neonatal previamente e posteriormente à extubação dos RN’s. Os dados foram obtidos através dos registros do serviço de fisioterapia. Foram excluídos do estudo pacientes com má formação congênita e que não tiveram extubação programada. Resultados: Um total de 19 RNs prematuros foram investigados, a maioria com diagnóstico de SDR (73,60%), o principal suporte pós desmame foi o nCpap apresentando apenas uma falha (5,25%) em 72hs pós extubação.Com isso, foi obtido um tempo médio de uso de VMI de apenas 64,7 ± 61,8 hrs. Conclusão: O suporte ventilatório não invasivo no pós extubação pode ter contribuído para baixo índice de falhas na extubação, bem como o tempo reduzido de VMI.
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