Comparação entre os achados endoscópicos e o diagnóstico histológico de gastrite antral
Autor(es)
Fábio Neves Dibai, Geterson Bezerra, Edno Souza Oliveira
Orientador
Luiz Carlos Bertges
Idioma
Por
País
Brasil
Editor
Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora
Curso
Endoscopia Digestiva
Sigla da Instituição
FCMS/JF
Tipo de Acesso
1
Assunto
Gastrite antral, Endoscopia digestiva, Achados endoscópicos, Diagnóstico histológico, Sistema Sidney
Resumo
Introdução. Gastrite é uma afecção muito comum, de larga distribuição mundial, representando uma das entidades patológicas mais prevalentes em Gastroenterologia e Endoscopia Digestiva. Objetivo. Este estudo tem por objetivo analisar a correlação entre os achados endoscópicos e o diagnóstico histológico de gastrite antral. Método. Nesse estudo, foram analisados 92 laudos de Endoscopia Digestiva Alta, realizados entre Novembro de 2014 e Janeiro de 2015, que continham biópsia de mucosa gástrica antral, comparando-se os achados endoscópicos e histológicos, que foram classificados segundo o Sistema Sidney. Os 92 exames analisados englobaram 35 homens e 57 mulheres, com idade variando entre 15 e 84 anos. A indicação mais frequente foi epigastralgia. Resultados. Dentre os 92 exames analisados, o diagnóstico histológico de gastrite antral apareceu em 75 exames, sendo que 59 laudos endoscópicos continham o diagnóstico de gastrite antral e 33 laudos endoscópicos foram normais. O coeficiente Kappa foi 0,212 com p < 0,05, mostrando que não há concordância significativa entre os achados endoscópicos e o diagnóstico histológico de gastrite antral. Conclusão. Concluímos que a histologia representa o método padrão- ouro para o diagnóstico de gastrite antral, e que na prática clínica diária, biópsias devem ser sempre realizadas, independente dos achados endoscópicos.
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