Hospitalizações de crianças menores de um ano por diarreia/ gastroenterites agudas após a implantação da vacina oral contra rotavírus humano em Juiz de Fora/ MG


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Título
Hospitalizações de crianças menores de um ano por diarreia/ gastroenterites agudas após a implantação da vacina oral contra rotavírus humano em Juiz de Fora/ MG

Autor(es)
Maristela Batista, Roberta Lopes Marques

Orientador
Plínio dos Santos Ramos

Idioma
Por

País
Brasil

Editor
Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora

Curso
Saúde da Família

Sigla da Instituição
FCMS/JF

Tipo de Acesso
1

Assunto
Hospitalizações de crianças, Diarréia aguda, Vacina rotavirus

Resumo
O presente estudo tem como objetivo verificar o impacto da VORH sobre a hospitalização de crianças menores de um ano em Juiz de Fora/MG, após a implantação desta no calendário básico a partir da análise dos dados do período de 2000 a 2009. Utilizou-se informação disponível no site do Departamento de Informática do SUS- DATASUS para cálculo dos indicadores de incidência das internações, mortalidade por diarréia e cobertura vacinal, apresentados em tabelas e gráfico. As internações de crianças em JF/2009 correspondem a 7,4% (3518 crianças) das internações gerais, sendo que as doenças infecciosas e parasitárias (6,8%) aparecem como terceira maior causa de hospitalização infantil. A análise da hospitalização por diarréia mostrou-se nítida relevância epidemiológica com incidência média anual no período entre 2000 e 2005, de 4,85/1000 nascidos vivos, superior a incidência média anual de Minas Gerais (2,58/1000)l; porém em 2006 e 2007 não houve queda deste indicador. Em 2008 e 2009 houve redução significativa do coeficiente de incidência e de mortalidade por esta causa, com taxa de letalidade preocupante, variando entre 3,3 e 18%. A cobertura vacinal de 2006 a 2009 alcançada foi respectivamente 56,5%, 78,3%, 80,8%, 82,2%, pelo método administrativo. O pequeno o impacto da vacinação para os casos de diarréia grave requer concentração de esforços na assistência à saúde da criança que contemplem a prevenção, tratamento e a promoção da saúde. É preciso ampliar a abrangência da vigilância epidemiológica das doenças diarréicas, a sensibilidade da equipe de saúde, a mobilização da população e o apoio do gestor, visto que hospitalizações por diarréias e gastroenterites na população infantil estão incluídas entre as condições sensíveis da atenção primária em saúde como um importante indicador de desempenho da Estratégia de Saúde da Família no Brasil.

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