Educação em saúde: obstáculos para a organização e operacionalização no contexto da estratégia de saúde da família


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Título
Educação em saúde: obstáculos para a organização e operacionalização no contexto da estratégia de saúde da família

Autor(es)
Paloma Regina Inocêncio, Marcel Dias de Oliveira

Idioma
Por

País
Brasil

Editor
Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora

Curso
Saúde da Família e Comunidade

Sigla da Instituição
FCMS/JF

Tipo de Acesso
1

Assunto
Educação, Programa saúde família

Resumo
A educação em saúde é definida como uma ferramenta pela qual o conhecimento cientificamente produzido no campo da saúde atinge o cotidiano da população por intermédio dos profissionais da área, conferindo a compreensão dos determinantes do processo de saúde e doença e assim subsídios para autonomia sobre os aspectos que possam influenciar na qualidade de vida dos indivíduos. A Estratégia de Saúde da Família (ESF) tem como princípio a aplicação das práticas educativas em todas as ações promovidas pelos profissionais inseridos no programa e assim constitui um amplo campo para sua análise. Assim, o objetivo da presente pesquisa foi identificar as dificuldades na organização e na operacionalização das práticas educativas em saúde no contexto da ESF. Optou-se para tanto pela pesquisa exploratória baseada no levantamento bibliográfico, com consulta nas bases indexadoras Medline (National Libery of Medice), Scielo (Scientific Electronic Library Online) e Lilacs (Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde) entre 20/12/2009 a 01/02/2010, utilizando como estratégia de busca as combinações-chave health family program and education. Ao fim do estudo, encontrou-se, entre os resultados, a prevalência da aplicação do modelo tradicional de educação em saúde, mencionada por 53,8% dos trabalhos, a falta de disponibilidade de recursos educativos e didáticos e a sobrecarga de serviço relatada em mesma proporção por 38,5% e o espaço físico inexistente e o despreparo profissional igualmente evidenciados por 30,7%. Concluiu-se que apesar dos problemas apontados, a operacionalização das práxis educativa em saúde não pode ser limitada, pois as associações positivas identificadas são significativas.

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